Depois de semanas de calor e tempo abafado, uma mudança brusca no clima já está no radar dos meteorologistas — e promete derrubar as temperaturas em várias regiões do país. A primeira onda de frio mais intensa de 2026 deve atingir o Brasil entre maio e junho, com a chegada de uma massa de ar polar capaz de provocar queda acentuada nos termômetros, especialmente no Sul e no Sudeste.
De acordo com previsões meteorológicas, o frio mais forte deve começar a aparecer na virada de maio para junho — período que marca a entrada mais consistente do ar polar no país. Antes disso, o Brasil até pode registrar quedas pontuais de temperatura, mas nada comparado ao impacto esperado dessa primeira onda mais intensa.
A previsão indica queda significativa nas temperaturas, possibilidade de geada no Sul, madrugadas frias também no Sudeste e mudança brusca após período de calor. Sistemas de frente fria podem avançar até áreas do Nordeste, incluindo a Bahia, provocando mudanças no tempo, aumento de nuvens e leve queda de temperatura.
Em cidades como São Paulo, por exemplo, os termômetros podem se aproximar dos 10°C nas primeiras incursões mais fortes de ar frio. Apesar do alerta, especialistas fazem um alerta importante: nem todo conteúdo que circula nas redes sobre "frio extremo histórico" é verdadeiro.
Não há indicação de um inverno fora do padrão ou "o mais rigoroso da década", mas sim episódios de frio dentro do esperado — embora com momentos mais intensos. O fenômeno é provocado por massas de ar polar vindas do sul do continente, que avançam pelo Brasil e derrubam as temperaturas.
O Fenômeno é algo típico dessa época do ano, mas que pode variar em intensidade. Em alguns casos, essas massas de ar frio vêm acompanhadas de frentes frias, chuva e até ventos fortes, ampliando a sensação de frio.
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