O ex-atacante Robinho se manifestou pela primeira vez, neste domingo (17), após ter sido condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo pela Justiça Italiana, que disse ser racista. Segundo publicação feita nas redes sociais, ele afirmou ser inocente e ter provas disso, as mesmas que estão no processo julgado pelo Tribunal de Milão, que hoje solicita ao estado brasileiro que homologue a sentença condenatória, transferindo a execução da pena para o país.
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) começa a julgar, na próxima quarta-feira (20), o pedido da Itália para que o ex-jogador Robinho cumpra a pena no Brasil. O STJ não vai julgar novamente a acusação contra Robinho, ou seja, não vai revisitar o caso, avaliando fatos e provas.
De acordo com Robinho, na publicação feita no Instagram, a Justiça italiana "cometeu erros gritantes e gravíssimos durante todo o meu julgamento", escreveu ele, que narra a própria versão em vídeo. (veja abaixo)
Ainda durante o posicionamento, citou que não ficou com ninguém à força. "Como pode estar uma garota estar totalmente embriagada, como ela diz estar e, minutos antes, ela estava mandando mensagem dizendo que só se aproximaria quando a minha esposa não estivesse no local".
Robinho disse, ainda, que depois do contato,a mulher mandou recado "tranquila" para uma amiga pedindo para buscá-la, antes de seguir para uma outra festa. "Estou comprometido em provar minha inocência e lutar pela justiça verdadeira".
Decisão racista?
De acordo com ele, a decisão contra ele foi racista. "Só me leva a crer que esses mesmo que me condenaram são os mesmos que permitem com que aconteça inúmeras vezes histórias de racismo contra inúmeros estrangeiros fora do Brasil".
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