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Porchat é acusado de apologia à pedofilia em filme de Gentili e rebate: 'É ficção'

 

Foto: Reprodução / Instagram

O humorista Fábio Porchat se defendeu das acusações de apologia à pedofilia por uma cena protagonizada pelo comediante 'Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola', de 2017, produzido por Danilo Gentili.

Em entrevista ao jornal 'O Globo', o comediante explicou que tudo não passou de ficção. As acusações começaram no final de semana por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Na cena que vem sendo criticada, o personagem interpretado por Porchat incita dois menores de idade a masturbá-lo.

"Como funciona um filme de ficção? Alguém escreve um roteiro e pessoas são contratadas para atuarem nesse filme. Geralmente o filme tem o mocinho e o vilão. O vilão é um personagem mau. Que faz coisas horríveis. O vilão pode ser um nazista, um racista, um pedófilo, um agressor, pode matar e torturar pessoas", afirmou.

Porchat foi duramente criticado pelo ministro da Justiça, Anderson Torres, que pediu a remoção do longa da plataforma da Netflix.

"Temas super pesados são retratados o tempo todo no audiovisual. E às vezes ganham prêmios! Jackie Earle Haley concorreu ao Oscar em 2007 interpretando um pedófilo no excelente filme ‘Pecados Íntimos’. Só que quando o vilão faz coisas horríveis no filme, isso não é apologia ou incentivo àquilo que ele pratica, isso é o mundo perverso daquele personagem sendo revelado. Às vezes é duro de assistir, verdade".

Outros políticos se pronunciaram sobre o longa, como o deputado estadual André Fernandes (Republicanos-CE), a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) e o vereador de Niterói Douglas Gomes (PTC-RJ).

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