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Novos presidentes da Câmara e do Senado serão eleitos nesta segunda; veja candidatos

 

Novos presidentes da Câmara e do Senado serão eleitos nesta segunda; veja candidatos
Pacheco, Simone Tebet, Baleia e Lira | Fotos: Câmara/ Senado/ Montagem BN

Após semanas de articulação, as eleições da Câmara dos Deputados e do Senado Federal chegam ao fim nesta segunda-feira (1º). Mais tarde, deputados e senadores vão decidir quem serão seus presidentes no biênio 2021-2022.

 

Para se eleger, o candidato ou candidata na Câmara precisará obter maioria absoluta dos votos no primeiro turno. Ou seja, angariar o mínimo de 257 dos 513 deputados. Já no segundo turno, basta obter o maior número de votos. A sessão está prevista para começar às 19h, segundo o Poder 360.

 

No Senado, que tem 81 representantes, vale a regra da maioria absoluta. A abertura da sessão deve ocorrer mais cedo, por volta das 14h.

 

DISPUTA NA CÂMARA

No caso da Câmara, oito candidatos se mantêm na disputa. São eles: Alexandre Frota (PSDB-SP), André Janones (Avante-MG), Fábio Ramalho (MDB-MG), General Peternelli (PSL-SP), Luiza Erundina (PSOL-SP), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP). Mas a disputa se concentra mesmo nos dois últimos nomes, sendo Lira o candidato do Centrão, apoiado pelo presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), e Baleia, o nome apadrinhado pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

 

A campanha do emedebista tem sido enfraquecida, com dissidências dentro do próprio Democratas   que inicialmente apoiou sua candidatura. Com parte considerável da bancada disposta a votar em Lira, o presidente nacional da legenda, ACM Neto (DEM-BA), sugeriu liberar os deputados para que votem de acordo com sua vontade e a bancada aceitou

 

DISPUTA NO SENADO

Já no Senado, cinco nomes buscam suceder Davi Alcolumbre (DEM-AP): Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Simone Tebet (MDB-MS), Lasier Martins (Pode-RS), Major Olímpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO). Diferente do que ocorre na Câmara, por lá, Bolsonaro e Alcolumbre apoiam Pacheco, que conta com a preferência até de dissidentes do MDB. Sendo assim, ele desponta como favorito a ser eleito próximo presidente do Senado

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