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Defensoria Pública pede adiamento do Enem: 'Não há maneira segura para a realização'

Defensoria Pública pede adiamento do Enem: 'Não há maneira segura para a realização'

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil


A Defensoria Pública da União (DPE) é mais uma entidade a solicitar o adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As provas — em versões impressa e digital — estão marcadas para ocorrer entre 17 de janeiro e 7 de fevereiro.

 

Segundo informações do G1, a ação da DPE contra o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é assinada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro. Além deles, o governo da Bahia também defende o adiamento (veja aqui).

 

"Temos agora uma prova agendada exatamente no pico da segunda onda de infecções, sem que haja clareza sobre as providências adotadas para evitar-se a contaminação dos participantes da prova, estudantes e funcionários que a aplicarão", diz o documento da defensoria. De acordo com a publicação, o texto ressalta ainda que "não há maneira segura para a realização de um exame com quase seis milhões de estudantes neste momento, durante o novo pico de casos de Covid-19".


Nesta semana, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, falou com o G1 e descartou um novo adiamento — originalmente, a prova estava prevista para ocorrer em novembro. Como medidas de segurança adotadas para a realização no fim deste mês, ele citou o uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores; disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas; recomendação de distanciamento social; identificação dos candidatos fora das salas para evitar aglomerações; e outras ações.

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