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Primo de Michelle Bolsonaro pede perdão, mas diz que primeira-dama poderia fazer a "diferença": "Assim como para todos os brasileiros"

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Eduardo D'Castro, primo de Michelle Bolsonaro, pediu perdão à primeira-dama após ter a acusado de não prestar assistência à avó, que morreu no dia 12 de agosto em um hospital público em Brasília, vítima de Covid-19.
O influenciador digital pediu desculpas pela postagem nas redes sociais, que repercutiu nacionalmente a ponto do Palácio do Planalto emitir uma nota o chamando de oportunista.
Apesar da retração por saber que a prima ficou "chateada", Eduardo insiste que ela poderia ter feito mais, não só para a avó, Maria Aparecida Firmo Ferreira, que tinha 80 anos, mas para "todos os brasileiros".
" [...] do fundo do meu coração, eu não tenho raiva da minha prima, mas ela poderia ter dado muito suporte a minha avó, assim como para todos os brasileiros. A minha avó morreu e a gente não sabe se ela teria sobrevivido se algo diferente fosse feito, mas eu acredito que ela poderia ter tido seus últimos momentos com muito mais conforto. Ela poderia ter sido muito melhor atendida. E a gente, como brasileiro, sabe que o atendimento dos hospitais públicos são muito fracos. Sabemos que os médicos fazem de tudo para ajudar, mas é difícil, né?! Eu acho que num hospital particular era teria sido muito melhor atendida!", declarou o influencer em entrevista ao colunista da Metrópole, Léo Dias.
Eduardo, que diz ter uma carreira nas redes sociais desde 2014 - antes da Jair Bolsonaro ser eleito e Michelle se tornar primeira-dama - diz que nunca foi amigo íntimo da prima, mas que tinham uma relação de convivência. Nos últimos tempos, no entanto, o contato ficou cada vez mais difícil.
"A minha mãe tinha o número pessoal dela e, às vezes, conseguia conversar, sim. Mas, outras vezes, não. Daí, o número mudava…Então, minha mãe tentava contato através da prima dela e não conseguia. Até que chegou o momento o qual a minha mãe desistiu, e a gente não tentou mais contato", contou.
Ele e sua mãe chegaram a passar o Natal no Palácio do Planalto, à convite de Michelle, mas desde então os contatos ficaram cada vez mais raros. Eduardo conta que foi bem tratado pelo presidente, com cordialidade, apesar da distância. 
Perguntado se o capitão teria o recebido o seu voto, Eduardo foi enfático e disse que "não". Nem nele, nem em qualquer candidato, já que busca meios para não votar e prefere se manter distante da política.
"Eu não me meto em política. O voto é obrigatório, mas existem meios de não votar. Prefiro anular ou pagar multa", afirmou.
Bloqueado no Instagram de Michelle, Eduardo mandou um recado por meio da entrevista para a prima. Ele desejou que a primeira-dama tenha "sabedoria" e tire bom proveito da posição que ocupa atualmente, e que seja "feliz" em sua vida.

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