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Fim do prazo para abandonar cargos públicos deve resolver impasse sobre pré-candidaturas à Prefeitura de Salvador


[Fim do prazo para abandonar cargos públicos deve resolver impasse sobre pré-candidaturas à Prefeitura de Salvador]


Chega ao fim nesta quinta-feira (4) o prazo para que secretários estaduais e municipais se desincompatibilizem dos seus cargos para disputar a Prefeitura de Salvador. Com isso, o impasse sobre quem vai compor a chapa do grupo do atual prefeito, ACM Neto (DEM), também deve ser resolvido.
Na novela, três personagens: o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Bruno Reis (DEM); o secretário municipal de Saúde (SMS), Léo Prates (PDT); e a secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), Ana Paula Matos (PDT).
A Justiça Eleitoral obriga que o secretário que pretenda disputar o cargo tanto de prefeito, quanto de vice-prefeito, deve abandonar as funções com quatro meses de antecedência. Portanto, nesta quinta, já que, ainda, as eleições municipais estão marcadas para ocorrer no dia 4 de outubro. A discussão sobre o adiamento do pleito está em voga.
"Desfiliação de fachada"
Em dezembro do ano passado, Léo Prates protagonizou uma cena que só surpreendeu a quem não acompanha o noticiário político local. Pediu, como previsível, desfiliação de seu então partido, o DEM, alegando "discriminação política pessoal". Citou o presidente estadual da sigla, deputado federal Paulo Azi, como pivô da separação. 
A movimentação foi avaliada como planejada para que o secretário municipal de Saúde deixasse o DEM por “Justa Causa”, nesse caso não traria como consequência a perda de seu mandato; Prates é deputado estadual licenciado. Outra avaliação nessa jogada, é que a ida ao PDT seria uma forma do partido presidido nacionalmente por ACM Neto cooptar uma sigla da base do seu principal adversário político, o governador do estado, Rui Costa (PT). Ressalta-se que o democrata e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) têm se alinhado nacionalmente visando as eleições de 2022.
A trama envolve também o presidente da Câmara Municipal, vereador Geraldo Júnior. Então no SD, o parlamentar chegou a ser cotado para vice na chapa de Bruno Reis e falou, publicamente, que decidiria se iria compor a majoritária ou tentar reeleição na CMS.  Mas, quando decidiu, finalmente, se filiar ao MDB em 3 de abril, deixou o caminho mais

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