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Com nomes finalmente apresentados, disputa eleitoral fica menos turva em Salvador

Com nomes finalmente apresentados, disputa eleitoral fica menos turva em Salvador
Foto: Reprodução/ ReviewBox
Com a indicação “formal” do ex-deputado Manassés para a disputa na vaga de vice de Bruno Reis na corrida eleitoral de Salvador pelo Republicanos, praticamente todos os partidos definiram os jogadores que podem entrar em campo nas urnas. Há um cenário de indefinição dessa cadeira do lado do prefeito ACM Neto, mas também existe uma série de incertezas do grupo político do governador Rui Costa, com muitos nomes e poucos indicativos de afunilamento no curto prazo. No entanto, há um cenário menos turvo agora do que na reta final para filiações, no começo de abril.

O PRB fez uma jogada importante para abrir espaço na disputa pela vaga ao lado de Bruno Reis. Ao apostar em um nome evangélico de fora de Igreja Universal do Reino de Deus e com um trabalho social similar ao de Sargento Isidório, o partido ampliou o leque de opções desse grupo. Somam-se a Manassés os nomes de Geraldo Jr. (MDB) e o de Leo Prates (PDT), ainda que o último insista na tese de uma candidatura própria. O desafio do atual vice-prefeito é construir uma unidade sem gerar fraturas traumáticas.

Se do lado de ACM Neto há certo encaminhamento, entre os aliados de Rui Costa já existe pelo menos uma demarcação de quem pode ser candidato por cada partido. A última definição foi a indicação, há cerca de duas semanas, da Major Denice Santiago para disputar o pleito pelo PT. A militar terá a hercúlea tarefa de reunir a militância petista, ao tempo em que articula um arco de alianças com outras legendas da base aliada do governador.

Os nomes mais propensos a manterem candidatura nesse lado da disputa estão no PCdoB, com Olívia Santana, no PSB, com Lídice da Mata, e até mesmo no PSD, com Eleusa Coronel. Como há o mote de empoderamento feminino, apenas Sargento Isidório sairia dessa lógica para tentar votos de fora do espectro da esquerda. Essa definição, inclusive, deve influenciar no processo de escolha de quem ocupará a vaga de vice de Bruno Reis, algo que não é novidade alguma nesse cenário eleitoral.

Logicamente não dá para omitir a presença de outros nomes. Porém as demais candidaturas seriam natimortas ou estariam ali para constar. Da esquerda mais à esquerda, Hilton Coelho (PSOL) precisa se manter em evidência. Na direita, Cezar Leite (PRTB) vai testar o voto bolsonarista, depois que o PSL rompeu com o presidente. E ainda sobra Celsinho Cotrim (Pros)... Se bem que é melhor nem gastar tanto tempo assim com pequenas representações políticas...

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