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Escola Adventista diz que existe cura gay e pergunta para alunos como evitar homossexualidade


O Colégio Adventista de Correios, em Belém, capital do Pará, causou polêmica após questões de uma prova serem divulgadas nas redes sociais. Nas perguntas, elaboradas por um professor de Língua Portuguesa, os alunos do 9º ano eram questionados se homossexualidade poderia ser evitada e sugeria ainda uma possível cura gay.“A pessoa nasce ou se torna homossexual?”, “homossexualismo tem perdão?”, “como evitar o homossexualismo?”, foram algumas das questões abordadas na atividade. O exercício ainda utilizava o termo “homossexualismo” apontado como errado, uma vez que o prefixo “ismo” é utilizado para denotar condição patológica (doença), doutrinação ou hábito.
De acordo com as questões, a homossexualidade tem causa e pode “aparecer” a depender do contexto em que o indivíduo está inserido. “(1) o filho vive cercado de mulheres (mãe, irmãs, tias) e acaba aprendendo a pensar e a agir como menina; (2) os pais queriam um filho, tiveram uma filha e a criaram como menino”, foram exemplos trazidos na atividade.
Após a repercussão negativa, o Colégio se pronunciou e afirmou que “as questões contidas no questionário tinham como objetivo colher as diversas opiniões e sentimentos sobre a temática em estudo e davam a cada estudante a oportunidade de expressar livremente sua opinião”.
“A tarefa que o professor elegeu levou em conta o conhecimento prévio do aluno. E, com isso, procura proporcionar um debate qualificado a respeito do assunto. A ideia é a de formar um cidadão que respeita opiniões diversas, bem como seja capaz de pensar por si próprio sobre as temáticas apresentadas. O Colégio afirma que, acima de tudo, respeita todos os indivíduos sem qualquer tipo de discriminação sexual, racial, religiosa, ou de outra natureza”, completa em nota.

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