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De olho em 2020, Bruno Reis marca território em almoço do bloco PSC, MDB, PTB e SD

[De olho em 2020, Bruno Reis marca território em almoço do bloco PSC, MDB, PTB e SD ]

Aida do vice-prefeito Bruno Reis (DEM) ao restaurante Barbacoa, nesta segunda-feira (4), seria mais uma pausa normal para o almoço não fosse a ‘coincidência’ de caciques do MDB, PSC, MDB e SD terem se reunido no mesmo lugar para anunciar um bloco partidário para as eleições de 2020 em Salvador.
“Eu fiquei sabendo da criação desse bloco pela imprensa, agora, há um tempo atrás eles já manifestavam o desejo de juntos, decidirem um possível candidato a prefeito ou a vice. Essa eleição é diferente de todas outras, visto que não pode mais a coligação proporcional. Então, cada partido tem que se estruturar para lançar candidaturas e todos os partidos têm essa preocupação”, iniciou Bruno Reis em conversa com jornalistas.
Nos bastidores, suscitaram a tese que Reis foi avisado do almoço por interlocutores e correu para “marcar território”.
Os presidentes estaduais Alex Futuca (MDB), Benito Gama (PTB), Luciano Araújo (SD) e Heber Santana (PSC), além do presidente da Câmara de Vereadores, Geraldo Júnior (SD), sentaram-se em mesa redonda para deliberar sobre as condições com melhor viabilidade eleitoral para as respectivas legendas. 
Todas elas devem manter, por ora, apoio ao candidato a ser escolhido pelo prefeito ACM Neto (DEM) – leia-se Bruno Reis -, já que fazem parte da base de sustentação da gestão municipal. Heber Santana, por exemplo, afirmou que não há vetos para eventual aproximação do bloco ao grupo do governador Rui Costa (PT), mas "não precisa chegar a esse ponto ainda".    
Sentado em mesas ao lado, Bruno Reis cumprimentou os integrantes do bloco e contornou os rumores de eventual debandada do grupo.
“Eu vejo como uma coisa natural, nesses momentos que antecedem as definições político-partidárias, que os partidos estejam conversando, dialogando e tentando tomar decisões em conjunto. O objetivo de todo dirigente partidário é buscar fortalecer o partido. Vejo isso como algo normal, estarei sempre aberto a dialogar seja com um, mais de um ou um bloco de partidos”.
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