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Devoção a Santa Bárbara colore Centro Histórico de vermelho e branco Os festejos marcam a abertura do calendário oficial das festas populares da capital baiana, que vai até o mês de fevereiro

Foto: Bruno Concha/Secom
Foto: Bruno Concha/Secom

As ruas do Centro Histórico de Salvador foram tomadas por pétalas vermelhas, cheiro de alfazema durante esta segunda-feira (4), quando milhares de fié participaram da tradicional festa de Santa Bárbara.
Um grande tapete vermelho e branco formado pelos devotos no Largo do Pelourinho homenageava a santa para os católicos e a orixá Iansã para os adeptos do candomblé.
Os festejos marcam a abertura do calendário oficial das festas populares da capital baiana, que até o mês de fevereiro contará com celebrações como a de Nossa Senhora da Conceição da Praia (8 de dezembro), Santa Luzia (13 de dezembro), Bom Jesus dos Navegantes (1º de janeiro), Festa de Reis (6 de janeiro), Lavagem do Bonfim (17 de janeiro) e Iemanjá (2 de fevereiro), encerrando no Carnaval.
Para dar mais conforto aos participantes da festa, a Prefeitura montou um esquema especial que envolve ordenamento do trânsito, transporte e ambulantes, além de limpeza, iluminação e controle da poluição sonora.
As homenagens à Santa Bárbara, que é conhecida por proteger os devotos das grandes tempestades, começaram cedo, às 5h com a alvorada de fogos, seguido pelo repique de sinos e a missa campal realizada às 8h. Logo após a celebração, os fiéis seguiram em procissão em direção ao quartel do Corpo dos Bombeiros, localizado na Rua José Joaquim Seabra, conhecida como Baixa dos Sapateiros, onde Santa Bárbara é considerada padroeira da corporação.
História – A Festa de Santa Bárbara acontece em Salvador desde 1641, quando foi construído o Morgado de Santa Bárbara. Nesse local, foi instalado o Mercado de Santa Bárbara, onde os comerciantes prestavam cultos à santa.
Um incêndio destruiu o que restava do morgado e a imagem de Santa Bárbara acabou sendo deslocada para a Igreja do Corpo Santo, localizada no Comércio. Na década de 1980, a estátua foi transferida para a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, e permanece no local até hoje.

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