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2018 em Itabuna já é o mais violento dos últimos cinco anos

Neste segundo semestre de 2018 Itabuna teve um aumento de 70,3% nos casos de homicídio e já é o mais violento dos últimos cinco anos. De 1° de julho a 30 de novembro deste ano 63 pessoas foram executadas. Veja o comparativo no mesmo período: 2014- 59 mortes; 2015- 39; 2016- 46; 2017- 37. No período, a cidade também registrou quatro autos de resistência (morte decorrente de confronto com a polícia). Foram 59 homens, 4 mulheres e 8 jovens de 12 e 18 anos mortos. Os bairros mais violentos deste semestre foram: Califórnia 6 mortes, Pontalzinho e São Roque 4, São Caetano, Daniel Gomes e Vila de Mutuns 3. Crimes de repercussão no 2° semestre - julho: Jovem trabalhador Gabriel morto em um tiroteio de facções no bairro São Pedro; Natanael e Júlio César mortos no tiroteio no bairro Califórnia, próximo a Base Comunitária de Segurança; Thiago é confundido como integrante da facção Dmp e morto a tiros em seu local de trabalho; chacina na Vila de Mutuns com três corpos carbonizados. Agosto - estilista Mar Ramos morto em sua residência no Centro; Adria e Laís morta a tiros por integrantes de facção criminosa no bairro Sinval Palmeira. Setembro - Adelito (Gudel) e seu filho evangélico mortos a tiros por integrantes do Raio A no bairro Daniel Gomes; Rafael Pólvora filho do ex vereador Raimundo Pólvora morto no bairro Mangabinha. Outubro- Ricardo (Capenga) executado a tiros na saída do fórum na audiência de custódia por integrantes do Dmp sua ex facção; chacina no bairro Pontalzinho, três homens mortos dentro de casa por homens fortemente armados. Novembro - Carlos Alberto morto pelo ex-companheiro de sua atual namorada no bairro São Caetano; Everlane funcionário de uma padaria morta por uma bala perdida no Daniel Gomes em tiroteio entre policiais militares e integrantes da facção Dmp. Carlos (Chico Dance), morto próximo a Câmara de Vereadores, no bairro Conceição. Em 2018 Itabuna já contabiliza 128 assassinatos, número este superior aos três últimos anos: 2015 - 101 mortes; 2016- 126; 2017- 118.

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