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'Ele se valia do aparato bélico do tráfico em um curral eleitoral', diz MP sobre prefeito de Japeri

Prefeito de Japeri, Carlos Moraes, é preso em operação da Polícia Civil e Ministério Público. Ele e dois vereadores, todos do Partido Progressista (PP), foram denunciados por ligação como traficantes da comunidade do Guandu
Prefeito de Japeri, Carlos Moraes, é preso em operação da Polícia Civil e Ministério Público. Ele e dois vereadores, todos do Partido Progressista (PP), foram denunciados por ligação como traficantes da comunidade do Guandu - 
Rio - As investigações da Operação Sênones — deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) para combater o crime organizado na Baixada Fluminense — apontam que o prefeito de Japeri, Carlos Moraes (PP), se aliou ao tráfico de drogas para formar curral eleitoral. Ele e o vereador Claudio José da Silva, o Cacau, foram presos na manhã desta sexta-feira.
“Carlos Moraes se valia do aparato bélico do tráfico em um curral eleitoral”, afirma o promotor Carlos Eugênio Laureano, do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (Gaocrim) do MP-RJ. "Os áudios mostram diálogos explícitos que falam por si só. Era uma relação consolidada, cordial e de confiança. Em um dos trechos, podemos notar que ele pediu desculpa", completa.
Segundo o promotor, em um dos diálogos, o prefeito pediu desculpas ao traficante Breno do Guandu, por ter reinvidado mais segurança para o município. "Ele autorizou a criação de duas creches e quem indicaria os empreiteiros seria o Breno", conta Carlos Eugênio Laureano. Breno Silva de Souza era o homem mais procurado da Baixada, suspeito de chefiar o Complexo do Guandu, e foi preso no dia 20 deste mês. 

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