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PTB decidirá quem apoia para governo do estado após reunião com candidatos na sexta



O PTB vai se reunir nesta sexta-feira (27) com os pré-candidatos da oposição ao governo do Estado para decidir de quem será o apoio da sigla por aqui. Após cumprir agenda em Brasília, o deputado federal Benito Gama, vice-presidente nacional e presidente estadual do partido, disse que irá sentar com os candidatos nesta semana. As reuniões, que podem se converter em apoio e reforçar as candidaturas de José Ronaldo (DEM) ou de João Gualberto (PSDB) nas eleições estaduais, acontecem depois da última convenção nacional do PTB, realizada no sábado (21). Nela, o partido avançou nas discussões de apoio à pré-candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. A outra opção para o grupo seria marchar em favor da candidatura de Rodrigo Maia pelo Democratas de Jose Ronaldo. Se por um lado o presidente do PTB, Roberto Jefferson, deixou o apoio nacional da legenda em aberto, Benito destacou ao Bahia Notícias que o acerto está mais adiantado com os tucanos. “Não chegamos a aprovar, mas nossa conversa [do partido] está bem adiantada com Alckmin. Com Bolsonaro à direita e Lula à esquerda, ele é um bom nome na área do centro para o apoio”, comentou o vice-presidente da sigla. Ainda de acordo com Benito, o Democratas, presidido nacionalmente pelo prefeito de Salvador ACM Neto, até procurou o PTB para o apoio na esfera nacional, mas os tucanos ganham quando se leva em consideração o tempo dos diálogos. “Alckmin está há um ano nos procurando. Rodrigo [Maia] começou a campanha há um mês”, completou o vice-presidente. O pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto ainda seria favorecido na disputa por outro fator: os votos de paulistas que Alckmin tem por ser ex-governador do estado. “Se Alckmin tiver 40% de votos em São Paulo, isso já representa 15% de votos nacionalmente”, comentou Gama. De acordo com uma pesquisa publicada pelo Ibope, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 20% das intenções de voto em São Paulo, seguido pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL), com 14% e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), também com 14% (veja aqui). 

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