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Cozinhas do Acampamento Lula Livre servem 7 mil refeições por dia


Uma das cozinhas do acampamento Lula livre em Curitiba
Todos os dias as cozinhas do Acampamento Lula Livre servem 7 mil refeições ao povo que está em Curitiba lutando pela liberdade do presidente Lula das masmorras de Sergio Moro. O desafio de alimentar com qualidade tanta gente exige muita organização e empenho da equipe responsável por esse trabalho.
“Os alimentos que saem das nossas cozinhas são de excelente qualidade. Isso é muito importante para garantir a saúde e a disposição de todos para permanecer aqui na luta”, diz Bruna Zimpel, coordenadora da Alimentação.
As doações recebidas são fundamentais na logística para alimentar o povo do Acampamento Lula Livre. Todos os dias 6 toneladas de alimentos chegam e saem do centro de arrecadação localizado na praça Olga Benário, no centro da ocupação.
Esse apoio da sociedade é fundamental para manter a luta em defesa de Lula. Os primeiros militantes do MST que chegaram ao acampamento trouxeram nos ônibus equipamentos de cozinha e alimentos para uma semana.
“Como tem muita gente que veio por conta própria, decidimos incluir esse pessoal no nosso atendimento. Então começamos campanhas de arrecadação, incluindo de produtos de higiene e limpeza”, relata Bruna.
As campanhas de doações são feitas principalmente por grupos de WhatsApp. “Hoje começamos a receber cobertores e casacos, pois o clima mudou”, diz.
Segundo ela, a maior parte das doações de alimentos é feita por pessoas físicas. “Chega muita coisa, em volumes diferentes. Tem gente que traz um pacote de arroz; outros, fardos de água mineral. O pouco de cada um soma muito “, afirma.
Joka Madruga/Agência PT
Uma das cozinhas do acampamento Lula livre em Curitiba
Na barraca que recebe as doações trabalham cinco pessoas – outras cinco ajudam a carregar os alimentos para as sete cozinhas do acampamento. Cada cozinha tem de oito a dez pessoas preparando as refeições – café da manhã, almoço, janta e dois lanches diariamente.
A chuva que começou neste sábado exigiu mudanças no armazenamento das doações já recebidas. Galões de água foram colocados por baixo dos outros produtos, para impedir que a água que corre pelo chão molhe os alimentos.
Por Luis Lomba, de Curitiba, para a Agência PT de Notícias

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