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IBICARAIENSE NA ACADEMIA DE LETRAS JURIDICAS DO PARANÁ

Dr. Francisco Pinto Rabello Filho tomou posse como integrante da Academia Paranaense de Letras Jurídicas 

 O professor do curso de Direito da Universidade Tuiuti do Paraná Francisco Pinto Rabello Filho tomou posse como integrante da Academia Paranaense de Letras Jurídicas (APLJ). Rabello, que também é desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), assumiu umas das 40 cadeiras em uma cerimônia realizada na OAB-PR, que contou com todas as representações jurídicas paranaenses.
“O processo foi por demais emocionante. Indescritível mesmo”, diz Rabello sobre a cerimônia. “Pois, com a trajetória de vida que eu tenho… Vim de longe (Ibicaraí, Bahia), ainda adolescente. Assumi o Paraná como meu adotante e aqui comecei absolutamente do zero, passando por todas as agruras a que pode submeter-se o ser humano”, continua o professor emocionado.
Rabello foi indicado por Manoel Caetano Ferreira Filho, um dos componentes da academia, e aprovado após uma rigorosa análise dos outros membros. Ele assumiu a cadeira que foi do renomado jurista Aloísio Surgik. “Um mestre de todos nós, de especial inteligência, agudeza de raciocínio, cordialidade e humildade a toda prova. Que pequeno grande homem! Sinto-me alvo de desafio”, comenta.
O professor conta que quando saiu da Bahia, há décadas, ter um diploma era um sonho difícil, mas que nenhuma pedra no caminho o fez desistir. E aconselha os futuros e atuais profissionais da área. “Estudo, trabalho, honra e dignidade: eis as chaves para o sucesso.” Para ele, a confissão do imortal Rui Barbosa (‘Oração aos moços’) serve de estímulo: “Estudante sou. Nada mais. Mau sabedor, fraco jurista, mesquinho advogado, pouco mais sei do que saber estudar, saber como se estuda e saber que tenho estudado. Nem isso mesmo sei se saberei bem. Mas, do que tenho logrado saber, o melhor devo às manhãs e madrugadas.”


Também tomaram posse na ocasião Clayton de Albuquerque Maranhão, Eduardo Cambi, Egon Bockmann Moreira, Graciela Marins, Luiz Antonio Câmara e Rogéria Dotti.
Atuação – Na oração aos novos integrantes, o acadêmico René Ariel Dotti lembrou que a academia deve ser um órgão vivo, participante do mundo jurídico, e que os acadêmicos podem e devem emitir opiniões. Dotti discorreu sobre o papel da justiça a insegurança jurídica vigente. “O STJ atravessa a linha delimitadora dos poderes da República para legislar”, lamentou. “Na aplicação da lei o juiz deve atender os fins sociais a que ela se dispõe e as exigências do bem comum”, completou.
Fonte: http://www.utp.edu.br/conexao-utp/noticias/professor-de-direito-da-tuiuti-assume-cadeira-na-academia-paranaense-de-letras-juridicas/

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