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PT já discute escancarar logo o Plano B


Washington Quaquá: para o presidente do PT fluminense, o partido deve explicitar logo o Plano B, sob pela de perder potência eleitoral
Oficialmente não existe Plano B: o candidato do PT à Presidência da República é o ex-presidente Lula, lançado publicamente no dia 25 de janeiro, o Day after do julgamento de Porto Alegre que confirmou (e ampliou) a condenação do principal líder petista. Mas internamente cresce a discussão sobre o valor dessa estratégia. Há quem veja a necessidade do Plano B ser explicitado. Já! O mais rápido possível!
A defesa do lançamento de um nome alternativo ao de Lula é feita por muitos, entre as quatro paredes do PT. Mas começam a aparecer a vozes que verbalizam esse sentimento. Quem primeiro veio a público manifestar essa posição foi o presidente do Diretório do PT no Rio de Janeiro, Washington Quaquá. Para ele, o PT tem uma “bomba nuclear” na mão, que é a repercussão em torno da condenação de Lula. Mas acha que, se não for bem administrada, a bomba pode se transformar em um “artefato inativo eleitoralmente”.
Traduzindo: o partido tem que assumir que a opção Lula esbarrou nas questões jurídicas e não tem como se consolidar. Além disso, insistir em Lula é trazer sempre de volta as questões que levaram aos processos judiciais. Daí, cresce o número dos que defendem o lançamento de um nome alternativo imediatamente, transferindo o sentimento de injustiça ao novo candidato.
Para o círculo mais próximo a Lula, o Plano B tem nome e sobrenome: Fernando Haddad, o ex-prefeito de São Paulo. Foi o único nome citado pelo ex-presidente no discurso que fez no dia da confirmação da condenação. Mas a ideia era mantê-lo em “banho Maria”, como um suporte que Lula festejaria Brasil afora. Mas, para petistas como Quaquá, isso é pouco.
Tem que escancarar o Plano B. E logo.

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