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Belmonte: Professores ameaçam não voltar as aulas, caso não receba terço de férias integral

Parece uma sina ou marcação para com a população belmontense. Uma festa de carnaval que levou para a cidade grande nomes da música, mesmo a cidade com todos os problemas. O mais estranho é que segundo o gestor o município vem passando por crise, atrasando pagamentos, educação jogada as traças, saúde caindo das pernas, garis sendo desrespeitados com salários cortados e etc.

Mas não para por ai! Os profissionais da educação vem reclamando da atual gestão, que segundo eles, não estão sendo respeitados. Os professores vêm cobrando o 1/3 de férias em atraso. Segundo informações publicada pela atual gestão, na última sexta-feira (16), o município havia depositado essa grana, mas para a surpresa de todos, cada professor recebeu em média R$763,53 (Setecentos e sessenta e três reais e cinquenta e três centavos), com uma variação de R$818,00 (Oitocentos e dezoito reais) para alguns de um montante de 1.287,47 (Hum mil duzentos e oitenta e sete reais e quarenta e sete centavos) que teriam que ser pagos integralmente. Em matéria publicada a prefeitura fala que depositou os atrasados, mas não explica que pagou apenas a metade do que está devendo. Para piorar a situação, várias queixas foram feitas nas ferramentas das redes sociais. Segundo uma professora a metade do dinheiro que foi depositado nesta última sexta-feira (16), só será disponibilizado nesta segunda-feira (19), por falta de contracheque.

Ainda segundo informações, o gestor colocou que espera uma próxima remessa de verbas do (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) FUNDEB para quitar a dívida dos retroativos que ficaram pendentes desde o ano passado. “O prefeito só esqueceu de lembrar que essa grana do FUNDEB, vem integral todo mês”.

Uma reunião entre o Prefeito e representantes da APLB-Belmonte está marcada para acontecer ainda nesta segunda-feira, com o objetivo de se discutir a decisão tomada pelos profissionais em assembleia de voltarem às salas de aula só depois que a Prefeitura quitar todas as dívidas com a categoria. Igor Suzart, representante da APLB informou que abordará com o prefeito a situação do reajuste para esse ano. “O reajuste que foi dado para esse ano é menor que o ano passado, fato que diminui o impacto da folha e facilita o pagamento. As negociações continuam e, se tudo andar bem, estaremos iniciando o ano letivo em breve”. – Finalizou Igor.

Existe uma ameaça do profissionais da educação só voltar as salas de aula neste ano após receber todos os atrasados.

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