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Neto diz ter 'antes e depois' do bambuzal do aeroporto: 'Foi cometida uma agressão terrível'


por Ailma Teixeira / Luana Ribeiro
Neto diz ter 'antes e depois' do bambuzal do aeroporto: 'Foi cometida uma agressão terrível'
Foto: Portal da Copa
O prefeito ACM Neto afirmou nesta quinta-feira (25) que a retirada de touceiras do bambuzal realizada pela CCR Metrô Bahia no contexto de obras de integração entre o modal e o Aeroporto Internacional de Salvador é "uma coisa que choca". Após a divulgação sobre a retirada e até a circulação de notícia falsa utilizando o layout do Bahia Notícias (entenda), o prefeito disse que pediu para que fosse feita uma foto que demonstrasse o impacto da intervenção, “para acabar com polêmica”. “Ontem eu vi uma foto na Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo [Sedur] que mostra claramente, e eu pedi que essa foto fosse feita, para acabar com polêmica, se foi ou não representativo o espaço que foi retirado do bambuzal. E a foto é contundente, mostra o antes e o depois. Foi cometida uma agressão terrível a um patrimônio natural de Salvador, a um cartão-postal da nossa cidade”, critica Neto. O prefeito afirma que não interviu na decisão de multar a concessionária do metrô em R$ 5 milhões – de acordo com o governo do Estado, a retirada seria apenas de 11 touceiras, afetando 0,19% da vegetação da via de acesso ao terminal (saiba mais).  “E foi por isso que, tecnicamente, não houve nenhuma orientação minha. Eu chamei a secretaria e disse: adotem a posição técnica. Não há interferência política nesta decisão. E dei autonomia para a Secretaria de Desenvolvimento Urbano tomar a decisão que os técnicos entendessem como conveniente”, relatou, para acrescentar: “O secretário me comunicou e disse: ‘prefeito, não há como não interditar’. Seja porque, de um lado, eles não respeitaram o licenciamento, que tem que ser municipal; seja porque de outro, a agressão ao bambuzal é uma coisa absurda”. Segundo Neto, além da multa e da interdição das obras, a CCR terá que dar entrada no licenciamento junto à prefeitura (clique aqui) e apresentar uma proposta de recomposição do bambuzal, para que os trabalhos possam ser liberados. Após a repercussão do caso e da notícia falsa, que atribuía ao governador Rui Costa a defesa da remoção dos bambus, o petista negou que houve a supressão da vegetação da área e reclamou do uso de "fake news" para disseminar o boato (clique aqui)

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