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E se a situação fosse outra?

A pergunta que intitula o comentário diz respeito a uma situação inversa da de hoje. Ou seja, com o governador Rui Costa em uma posição desconfortável nas pesquisas eleitorais.

O chefe do Executivo distante do prefeito ACM Neto e sem nenhuma perspectiva de melhora, como uma alta avaliação negativa do governo.

Até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que a disputa entre o petista e o demista, obviamente PT versus DEM, em torno do comando do Palácio de Ondina, vai ser acirrada.

Aliás, já tem enquetes que apontam um empate técnico no interior e uma vantagem de Neto sobre Rui na capital, com uma diferença que preocupa o staff petista.

E se a situação fosse outra? Com certeza a debandada para ACM Neto já teria acontecido. O PR, PP e o PSD, só para focar em três exemplos, dariam um tchau à reeleição de Rui.

Do lado de Rui, até o dia da eleição, ficariam o PSB, PCdoB, PDT e outras legendas de menor expressão nacional. Morreriam juntas na beira da praia.

Mas como o segundo mandato é dado como favas contadas, socialistas, pedetistas, comunistas e outros “istas” são tratados como coadjuvantes, os “patinhos feios” da base aliada.

A chance de PSB, PDT e PCdoB indicar um nome para compor a chapa majoritária é remotíssima. Não tem como peitar PP, PR e o PSD.

A injustiça maior, que não deixa também de ser uma ingratidão, é com a senadora Lídice da Mata, que busca sua legítima e merecedora reeleição para o Parlamento.

Negar a vaga de Lídice da Mata na majoritária, além de ser um desrespeito ao seu mandato, atinge o Partido Socialista Brasileiro, o PSB do saudoso Miguel Arraes.

Coisas da política, do movediço e traiçoeiro mundo político.

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