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Porto Seguro: afastada após operação da PF, Claudia Oliveira ainda “segue” como prefeita


fastada no dia 7 de novembro deste ano, da prefeitura de Porto Seguro, no sul da Bahia, Claudia Oliveira (PSD) ainda é tratada como a gestora do município. Pelo menos, é assim que a então prefeita é tratada em publicações feitas nas redes sociais e no site da prefeitura. Humberto Adolfo Gattas é apresentado como prefeito em exercício.

Claudia foi afastada juntamente com o prefeito e seu marido, José Robério Batista de Oliveira (PSD), de Eunápolis, além do gestor de Santa Cruz de Cabrália, Agnelo Santos (PSD). Eles foram alvos de mandados de condução coercitiva - quando são levados para prestar depoimento. A Polícia Federal (PF) pediu a prisão dos três prefeitos, mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou.



As investigações da PF apontam que as prefeituras envolvidas contratavam empresas relacionadas ao grupo familiar para fraudar licitações, simulando a competição entre elas. 

Em um dos casos, a polícia apurou que uma das empresas do esquema tinha como sócio um ex-funcionário de outra empresa do grupo criminoso, que teria investido R$ 500 mil integralização do capital. Os policiais federais descobriram, no entanto, que a renda mensal do ex-funcionário era de apenas R$ 800 à época.

Ao site, a prefeitura de Porto Seguro, por meio do secretário de Comunicação, Cezar Aguiar, enviou uma nota explicando a situação. Leia a nota na íntegra: 

1 - O texto do release disparado pela Ascom – Prefeitura de Porto Seguro, a então prefeita Cláudia Oliveira é mencionada em tempo passado: “Na ocasião, Rogério Abdalla esteve reunido com a prefeita...”
2  - A expressão ‘na ocasião’ e o verbo estar conjugado no passado ‘esteve’, deixam claro o propósito da matéria em se referir a tempos passados.
3 - Quaisquer agentes políticos que já tenha feito parte dos quadros de gestão da Prefeitura de Porto Seguro podem ser mencionados em tempo passado e isso não implica necessariamente que estejam sendo ‘tratados’ como agentes em exercício.
4 – A prefeita Cláudia Oliveira teve seu mandato SUSPENSO pela Justiça. Não foi cassada. Portanto, não há equívoco na forma de tratamento, se fosse essa a situação em questão.
5 – Não há nenhuma intenção no texto de apresentar a prefeita Cláudia Oliveira como em exercício do mandato.
6 – Ainda no mesmo texto, é apresentada fala do prefeito em exercício Beto Nascimento, em aspas, configurando a clara expressão de quem gere o mandato.
7 – Não há qualquer menção, nos releases emitidos pela Ascom Prefeitura de Porto Seguro, nem mesmo no portal da Prefeitura ou redes sociais institucionais em que tratem a prefeita Cláudia Oliveira como em função de mandato desde o momento em que foi suspensa.
8 – As fotos usadas na matéria são meramente ilustrativas e tem a intenção de mostrar a visita do secretário Rogério Abdalla a Porto Seguro, por ocasião da inspeção da estrutura do município para receber o referido curso.

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