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Mulher fica tetraplégica às vésperas do casamento e faz cerimônia na UTI

Nazia e Ademir estão juntos há 6 anos e realizaram a cerimônia de casamento na UTI em que ela está internada

Nazia e Ademir estão juntos há 6 anos e realizaram a cerimônia de casamento na UTI em que ela está internada
A pedagoga Nazia Jamily Ribeiro Zakhia estava viajando de Goiânia (GO) para Barretos (SP) quando o carro que dirigia capotou, no dia 22 de outubro. A mulher de 42 anos levava o tio para um tratamento de câncer no hospital do interior paulista quando o acidente aconteceu. Ela foi resgatada e sofreu múltiplas fraturas na coluna, o que a deixou tetraplégica às vésperas de seu casamento com o publicitário Ademir Silva. Na última segunda-feira (04), eles se casaram na UTI em que Nazia está internada. As informações são do G1.
O casal começou a namorar há seis anos, sendo que moram juntos há três. A cerimônia realizada na UTI contou com a presença de parentes dos noivos e 10 funcionários do hospital. Nazia, que realizou recentemente uma traqueostomia para ter auxílio mecânico no processo respiratório, não consegue falar e apenas gesticula. Mas não deixou de demonstrar sua alegria com o dia: "Agradeço a todos e sei que seremos muito abençoados", afirmou ela.
Acidente e tratamento
O acidente que deixou Nazia tetraplégica ocorreu na GO-147, entre Piracanjuba e Morrinhos, onde o carro capotou. O tio que a acompanhava morreu no local e a prima da pedagoga que viajava com eles sofreu apenas ferimentos leves, não precisando ser hospitalizada.
De acordo com os médicos responsáveis, o estado de saúde de Nazia é regular. Espera-se que a pedagoga passe a respirar sozinha, mas eles afirmam que a retirada da ventilação mecânica é um procedimento lento. Após o fim da recuperação do processo respiratório, ela será movida para o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), onde passará pelo tratamento de força muscular para se adaptar à nova realidade.
Ademir afirmou que mudou toda a rotina por causa da condição da nova esposa. Segundo ele, até as questões de trabalho são resolvidas no hospital, onde agora passa a maior parte do tempo. "Vamos fazer as adaptações necessárias. A gente espera que ela tenha a melhor recuperação possível. É o início de uma luta pela recuperação dela", concluiu.
(Com informações do G1)

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