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TRF-2 decide pela prisão de Jorge Picciani, Paulo Melo e Albertassi

Por unanimidade, desembargadores federais do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiram nesta quinta-feira (16) que os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi devem ser presos preventivamente.
Os três integram a cúpula do PMDB no estado e são investigados pela Operação Cadeia Velha, que apura o pagamento de propina a políticos por empresas de transporte do Rio.
Assim que forem expedidos os mandados de prisão, os parlamentares deverão ser imediamente presos, conforme a decisão dos desembargadores.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ainda deverá analisar, quando for notificada, se os deputados permanecerão presos. A previsão é que a Alerj seja notificada em até 24 horas.
O magistrado relator do caso, Abel Gomes, foi o primeiro a votar pela prisão e foi acompanhado pelos desembargadores Messod Azulay Neto, Paulo Espírito Santo, Marcelo Granado e Ivan Athié, todos da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Faltou à sessão a desembargadora Simone Schreiber.
O relator justificou o voto para a “garantia da ordem pública”.
Azulay Neto, por sua vez, disse que os deputados "não legislam em favor de quem os colocou lá, mas para outras empresas”. "Essas condutas não constituíam fatos isolados, elas se encaixavam em um padrão estabelecido há mais ou menos 30 anos", completou.
O magistrado disse que o Rio é hoje uma "cidade sem paz" e atriubuiu aos parlamantares essa condição.
"O Rio está sem paz, a comunidade do Rio carece de paz. Eu atribuo essa falta de paz a eles. Essas pessoas precisam, lamentavelmente, ser afastadas do convívio da comunidade", disse Azulay Neto.

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