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Ex-comandante de tropas no Haiti defendeu general Mourão: 'Reputação intocável'


O ex-comandante da Força de Paz do Exército Brasileiro no Haiti, general quatro-estrelas Augusto Heleno, demonstrou apoio ao general que defendeu intervenção militar, caso as instituições brasileiras não se resolvessem (veja aqui). Na reserva, Augusto Heleno afirmou que é preocupa o "descaramento" de alguns políticos, indiciados por corrupção e desvios de recursos públicos, que integram quadrilha  que "derreteu" o país. "(...) Cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria. Aconselho que, pelo menos, se olhem no espelho da consciência e da vergonha", escreveu o general. Ainda na avaliação do ex-comandante de tropas, Mourão apenas limitou-se a repetir sem floreios e com franqueza o que está previsto no texto constitucional, ao ser questionado a uma plateia restrita. "A esquerda, em estado de pânico depois de seus continuados fracassos, viu nisso uma ameaça de intervenção militar. Ridículo", acrescentou Heleno. Por outro lado, a fala de Mourão causou saia-justa no comando das Forças Armadas. O ministro da Defesa, Raul jungmann, convocoi o comandanted o Exército, general Eduardo Villas Bôas, parap edir explicações quanto às declarações do general e para que fosse orientado acerca das providências a serem tomadas, de acordo com o Estadão. Mourão ocupa hoje o cargo de Secretário de Economia e Finanças do Exército. Em 2015 ele já ficou no centro de outra polêmica, quando criticou o governo do PT e a presidente Dilma Rousseff. Em consequência, ele perdeu a chefia do Comando Militar Sul, que inclui Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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