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Como a má qualidade do sono em mulheres com mais de 40 anos prejudica a saúde

Mulheres com mais de 40 anos não estão dormindo o suficiente, revela uma pesquisa publicada neste mês nos Estados Unidos.
Segundo o estudo, uma em cada três (35,1%) mulheres na faixa etária de 40 a 59 anos dormem menos de sete horas por noite, e 19,4% relataram dificuldades em adormecer em quatro ou mais noites por semana.
Mais de um quarto das entrevistadas (26,7%) revelaram que, em quatro ou mais noites na semana, enfrentam dificuldade em continuar dormindo após adormecerem, e 48,9% disseram que não acordam se sentindo descansadas em pelo menos quatro dias por semana.
"Esse último resultado me surpreendeu especialmente. É uma parcela muito grande", disse à BBC Brasil a autora do estudo, Anjel Vahratian, chefe de análise de dados do National Center for Health Statistics (Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, ou NCHS, na sigla em inglês), ligado ao Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, ou CDC, na sigla em inglês), agência do Departamento de Saúde americano.
A National Sleep Foundation, organização sem fins lucrativos dedicada ao estudo do sono, recomenda que adultos de 18 a 64 anos durmam de sete a nove horas por noite. Para adolescentes, o ideal é de oito a dez horas, e para quem tem 65 anos ou mais, de sete a oito horas.
"A duração e a qualidade do sono são importantes fatores para a saúde e o bem-estar", diz o estudo.
Vahratian ressalta que a falta de sono está associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares e diabetes.
O diabetes ocorre quando o corpo não produz insulina - hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue - ou não responde adequadamente à insulina produzida. Diferentes estudos indicam que distúrbios do sono podem levar a resistência a insulina e aumento das taxas de glicose no sangue.

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