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Um ano após o fim da Olimpíada, medalhistas baianos contam o que mudou em suas carreiras


Os Jogos Olímpicos, maior evento esportivo do mundo, mobilizaram o Brasil e, sobretudo, o Rio de Janeiro, por 16 dias. Entre os dias 5 e 21 de agosto, as piscinas pararam para ver a redenção de Michael Phelps, o tablado virou palco para a supremacia de Simone Biles e o Estádio Nilton Santos, por um período, fez o futebol se render a Usain Bolt, o homem mais rápido do Mundo. O Rio também teve seus momentos de Bahia. Os ringues receberam Robson Conceição, o primeiro campeão olímpico do boxe; a lagoa Rodrigo de Freitas debutou as medalhas brasileiras na canoagem, com Isaquias Queiroz e Erlon Souza; e, por fim, o Maracanã, estádio símbolo do país, fez cair por terra o trauma brasileiro com o 7 a 1. O volante Walace recebeu o primeiro ouro olímpico do futebol – suplente, o goleiro do Bahia, Jean, foi homenageado com um ouro, apesar de não ter jogado. Nesta segunda-feira (21), se completa um ano do encerramento da Olimpíada no Brasil. E, 365 dias depois, o que mudou na vida dos atletas baianos medalhistas no Rio de Janeiro.

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