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Investigação confirma irregularidade em aposentadoria de Dilma


 
Por Redação BNews | Fotos: Reprodução
A investigação sobre a aposentadoria da ex-presidente Dilma Rousseff, aposentada pelo INSS desde setembro do ano passado, aponta que manipularam o sistema do órgão para conseguir aprovar seu benefício e ainda usaram influência política para conseguir furar a fila de benefícios. A informação é Veja.
De acordo com a publicação, no despacho assinado pelo ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, aplica punições ao ex-ministro Carlos Gabas, responsável por Dilma ter furado a fila do INSS, e à servidora Fernanda Doerl, que manipulou irregularmente o sistema do INSS para regularizar o cadastro da petista.
Carlos Gabas foi suspenso do serviço público por 10 dias por ter usado da influência de um ex-ministro da Previdência para acelerar o processo de aposentadoria de Dilma.
A sindicância concluiu que Fernanda Doerl considerou, para calcular o tempo de serviço de Dilma, informações que a ex-presidente não comprovava com documentos. O cadastro da ex-presidente foi aprovado em um dia mesmo sem contar com todos os papeis necessários. Fernanda pena de advertência por não “observar as normas legais”.
A Veja explica que, apesar de apontar irregularidades e reconhecer condutas impróprias no caso dos servidores, a sindicância alegando que não verificou “intenção clara” dos investigados em beneficiar Dilma.
Quando a ex-presidente, a sindicância apenas cobrou a devolução de R$ 6.188, referentes a um mês de salário que teria sido pago irregularmente pelo INSS. Apesar da concessão irregular de aposentadoria por falta de documentos, a sindicância constatou que o valor do benefício da petista é compatível com o determinado. Dilma Rousseff está recorrendo para não ter que devolver o dinheiro.

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