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Piores e melhores momentos do primeiro ano do governo Temer



Com tom irônico, a Folha de S. Paulo na edição deste domingo traz os melhores e piores momentos do presidente Michel Temer, que assumiu há um ano o comando do país com o processo de impeachment de Dilma Rousseff.
O peemedebista montou sua  equipe, mas com o apoio do “três mosqueteiros”: Geddel Vieira Lima, Eliseu Padilha e Moreira Franco, os dois últimos  investigados na Lava Jato. É bom lembrar que o próprio Michel Temer já foi citado em delações.
Aliás, Temer deu status de ministro a Moreira na mesma semana em que o STF homologou  77 delações premiadas da Odebrecht.
Desde o início do seu mandato, Temer desprestigiou a participação a mulher em ministério. Na semana passada, em entrevista ao programa do Ratinho mandou uma pérola: “Uma dona de casa não pode gastar, se o marido dela ganha R$ 5 mil, senão ela vai quebrar o marido. Acho que os governos agora precisam passar a ter marido, porque daí não vão quebrar”. Antes disso, no Dia da Mulher, o peemdebista deu mostra de que como vê a metade da população brasileira: “Tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela, do quanto a mulher faz pela casa, pelo lar. Do que faz pelos filhos”.
Repercutiu até fora do país sua hipótese de que o Palácio da Alvorada é assombrado. À Veja, em março, explicou porque preferiu volta ao Palácio do Jaburu, residência do vice: “senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite. A energia não era boa. A Marcela sentiu a mesma coisa. Só o Michelzinho, que ficava correndo de um lado para o outro, gostou. Chegamos a pensar: ‘será que aqui tem fantasma’”.

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